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Qual a vantagem dos manipulados sobre os demais?
O objetivo do guia não é apenas solucionar dúvidas, mas prestar
mais informações a respeito da função dessas farmácias. Elas
podem, por exemplo, apresentar medicamentos na forma de
cápsulas, comprimidos, pós, géis, supositórios, colírios,
pirulitos e balas, facilitando o consumo. Também há opções para
manipular florais de Bach e fitoterápicos (à base de plantas). A
grande maioria dos produtos precisa de receita médica (alguns
cosméticos dispensam a prescrição). Nela, o médico indica a
quantidade exata de substância que precisa ser usada na fórmula.
Dados da Anfarmag mostram que 30% da fabricação dos manipulados
vem da área de dermatologia. O restante fica por conta da
ginecologia, cirurgia plástica, gastroenterologia e
endocrinologia, entre outras especialidades. Muita gente não
sabe, mas é possível fazer remédios até mesmo para tratar
problemas cardíacos, pressão alta e depressão. É o caso da
versão manipulada do Prozac, indicado para pessoas deprimidas. O
farmacêutico necessita apenas do princípio ativo desse
comprimido, a fluoxetina. Por enquanto, não são feitas drogas
contra o câncer e a Aids.
Um dos entraves é que, no caso da primeira doença, muitos
medicamentos ainda estão sob a lei de patentes e só podem ser
produzidos pelo laboratório que a detém. Os fornecedores de
determinadas matérias-primas também dificultam a venda dos
compostos para o setor porque não fazemos compras em grandes
quantidades. Esse obstáculo, no entanto, não impede que as
farmácias de manipulação ofereçam um serviço diferenciado à
clientela. Elas garantem um tratamento personalizado. Somente a
farmácia de manipulação é capaz de produzir o remédio de acordo
com as necessidades exatas do paciente. Por isso, deve ser vista
como mais uma opção.
Remédios Manipulados oferecem opção para o consumidor
Fique
atento: como deve ser o rótulo. O que diz o Manual do consumidor
Provavelmente, muita gente ainda guarda na memória aquela imagem
antiga das boticas em que eram preparadas fórmulas simples de
cremes e loções. Nos últimos anos, porém, essas casas
tradicionais (hoje mais conhecidas como farmácias de
manipulação) se transformaram. Atualmente, pode-se manipular
praticamente qualquer medicamento e obter alternativas para
vários problemas de saúde. Para divulgar essas informações e
orientar o consumidor a fazer uma boa compra foi lançado
recentemente o manual do consumidor das farmácias de
manipulação. O guia foi elaborado pela Associação Nacional de
Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), entidade que representa o
setor. O livreto deve ser distribuído gratuitamente nos dois mil
estabelecimentos ligados à instituição – no Brasil existem cerca
de 5.250 farmácias do gênero.
Requisitos – Os remédios manipulados são feitos com a substância
ativa presente nos medicamentos de marca. A diferença é que os
produtos são desenvolvidos na própria farmácia. Ou seja, não são
elaborados em escala industrial. Por isso, a principal
orientação é verificar se a casa possui um farmacêutico no
local. Ele é o profissional certo para falar sobre os produtos.
Deve-se exigir a sua presença quando houver dúvidas. O
profissional pode informar se o remédio deve ou não ser tomado
com leite ou se há riscos de a droga causar algum problema
quando ingerida com outro medicamento. A presença do
especialista é apenas um dos requisitos para saber se a farmácia
é de confiança. Há outros pontos a observar, como a higiene do
local e a pontualidade na entrega do medicamento.
Qual a vantagem dos manipulados sobre os demais?
.
O
objetivo do guia não é apenas solucionar dúvidas, mas prestar
mais informações a respeito da função dessas farmácias.
Elas podem, por exemplo, apresentar medicamentos na forma de
cápsulas, comprimidos, pós, géis, supositórios, colírios,
pirulitos e balas, facilitando o consumo. Também há opções para
manipular florais de Bach e fitoterápicos (à base de plantas).
A grande maioria dos produtos precisa de receita médica (alguns
cosméticos dispensam a prescrição). Nela, o médico indica a
quantidade exata de substância que precisa ser usada na fórmula.
Dados da Anfarmag mostram que 30% da fabricação dos manipulados
vem da área de dermatologia. O restante fica por conta da
ginecologia, cirurgia plástica, gastroenterologia e
endocrinologia, entre outras especialidades. Muita gente não
sabe, mas é possível fazer remédios até mesmo para tratar
problemas cardíacos, pressão alta e depressão. É o caso da
versão manipulada do Prozac, indicado para pessoas deprimidas. O
farmacêutico necessita apenas do princípio ativo desse
comprimido, a fluoxetina. Por enquanto, não são feitas drogas
contra o câncer e a Aids.
Um dos entraves é que, no caso da primeira doença, muitos
medicamentos ainda estão sob a lei de patentes e só podem ser
produzidos pelo laboratório que a detém. Os fornecedores de
determinadas matérias-primas também dificultam a venda dos
compostos para o setor porque não fazemos compras em grandes
quantidades. Esse obstáculo, no entanto, não impede que as
farmácias de manipulação ofereçam um serviço diferenciado à
clientela. Elas garantem um tratamento personalizado. Somente a
farmácia de manipulação é capaz de produzir o remédio de acordo
com as necessidades exatas do paciente. Por isso, deve ser vista
como mais uma opção.
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Remédios Manipulados oferecem opção para o consumidor
Provavelmente, muita gente ainda guarda na memória aquela imagem
antiga das boticas em que eram preparadas fórmulas simples de
cremes e loções. Nos últimos anos, porém, essas casas
tradicionais (hoje mais conhecidas como farmácias de
manipulação) se transformaram. Atualmente, pode-se manipular
praticamente qualquer medicamento e obter alternativas para
vários problemas de saúde. Para divulgar essas informações e
orientar o consumidor a fazer uma boa compra foi lançado
recentemente o manual do consumidor das farmácias de
manipulação. O guia foi elaborado pela Associação Nacional de
Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), entidade que representa o
setor. O livreto deve ser distribuído gratuitamente nos dois mil
estabelecimentos ligados à instituição – no Brasil existem cerca
de 5.250 farmácias do gênero.
Requisitos – Os remédios manipulados são feitos com a substância
ativa presente nos medicamentos de marca. A diferença é que os
produtos são desenvolvidos na própria farmácia. Ou seja, não são
elaborados em escala industrial. Por isso, a principal
orientação é verificar se a casa possui um farmacêutico no
local. Ele é o profissional certo para falar sobre os produtos.
Deve-se exigir a sua presença quando houver dúvidas. O
profissional pode informar se o remédio deve ou não ser tomado
com leite ou se há riscos de a droga causar algum problema
quando ingerida com outro medicamento. A presença do
especialista é apenas um dos requisitos para saber se a farmácia
é de confiança. Há outros pontos a observar, como a higiene do
local e a pontualidade na entrega do medicamento
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Informações gerais sobre o uso do medicamento manipulado
(precauções e advertências)
*
O medicamento manipulado é de uso exclusivo do paciente;
*
Manter o medicamento em sua embalagem original, fechada, em
lugar seco, fresco, ao abrigo da luz e do calor;
*
Não guardá-lo em armários do banheiro ou perto de pias;
*
Lavar e secar bem as mãos antes de usá-lo;
*
Evitar contato direto das mãos com o medicamento. Para os
cremes, usar a espátula;
*
Fechar bem a embalagem após usá-la;
*
Nunca tomar o medicamento no escuro, pois poderá haver erro na
quantidade a ser tomada ou troca de medicamento;
*
Não ingerir bebida alcoólica com medicamentos de uso oral -
consultar antes o farmacêutico;
*
O tamanho, a cor e a quantidade de cápsulas por dose podem
variar de acordo com o procedimento utilizado na sua preparação,
em nada interferindo na
atividade farmacológica;
*
Algumas matérias primas têm, por natureza, um odor muito forte,
que pode ser evidente mesmo quando pronto o medicamento;
*
Fórmulas que utilizam princípios ativos de origem vegetal podem
ter a sua coloração e consistência variável, de acordo com a
época da colheita da erva;
*
O peso ou volume dos produtos manipulados corresponde ao que
está discriminado no rótulo, independente da capacidade máxima
das embalagens;
*
Não utilizar o medicamento com a data de validade vencida;
*
Manter o medicamento fora do alcance de crianças e animais
domésticos;
*
Consultar o seu médico antes de repetir fórmulas, pois existem
muitos produtos que não devem ser utilizados pro períodos
prolongados, mesmo que não
sejam controlados;
*
Usar medicamentos somente com prescrição médica, sem alterar a
posologia;
*
Suspender o uso do medicamento e comunicar imediatamente o seu
médico, quando do aparecimento, durante o tratamento, de reações
adversas, sintomas
inesperados e gravidez.
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